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Tópico #539: Misturando vacinas: por que e como fazer

A estratégia de aplicação de múltiplas vacinas contra a covid em uma mesma pessoa tem sido utilizada em países como Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Israel e Coreia do Sul. Estudos preliminares indicam que dependendo da combinação, a resposta imune aumenta. E “até dilui o risco de efeitos adversos”, diz o professor Edecio Cunha Neto, chefe do Laboratório de Imunologia Clínica e Alergia da Universidade de São Paulo. No Brasil, a prática foi adotada por necessidade, em resposta a um apagão da Astrazeneca no início de setembro. Em estados como São Paulo, quem estiver com a segunda dose pendente completará o calendário de vacinação tomando a Pfizer. A jornalista da TV Globo, Mariana Aldano, conta como a população reagiu às emissoras: no início ficaram com dúvidas, mas logo entenderam a eficácia da disposição e, sobretudo, a importância de tomar as duas doses. Mariana também mostra como, mais uma vez, os governos federal e paulista estão em desacordo sobre como lidar com a campanha de vacinação. Ed Edecio reflete sobre outro ponto polêmico: a ciência, diz ele, apóia aqueles que recomendam evitar o Coronavac como terceira dose (o reforço) para idosos, ao contrário do que prega a gestão de Doria.

O que você quer saber:

O podcast El Sujeto é produzido por: Mônica Mariotti, Isabel Seta, Arthur Stabile, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski e Giovanni Reginato. Neste episódio também colaboraram: Gabriel de Campos e Ana Flávia Paula. Apresentado por: Renata Lo Prete.

Um podcast é como um programa de rádio, mas não é: em vez de ter um horário específico para ir ao ar, você pode ouvi-lo quando e onde quiser. E em vez de sintonizar uma estação de rádio, encontra-se na Internet. Livre.

Você pode ouvir em um site, em uma plataforma de música ou em um aplicativo só de podcast no seu celular, para ouvir quando quiser: no trânsito, lavando a louça, na praia, na academia…