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O auxílio emergencial será prorrogado até novembro? Guedes já confirma a possibilidade

Pagamento de ajuda de emergência retomado este ano e o pagamento da segunda das quatro parcelas já está em andamento, mas nos bastidores já se fala em um novo extensão em 2021. O ministro da Economia, Paulo Guedes, admitiu a possibilidade de prorrogar o auxílio emergencial por mais alguns meses, se necessário.

A pressão pela prorrogação também começa a recair sobre o presidente Jair Bolsonaro com o atraso na chegada das vacinas ao país. Segundo reportagem publicada pela Folha de São Paulo, o Congresso já trabalha na ideia de defender o prorrogação da ajuda até novembro caso o governo não apresente logo um programa para substituir o benefício.

Após pressões políticas e sociais, o governo federal decidiu em março retomar os desembolsos do auxílio emergencial para 2021. Desta vez, o benefício chegará a menos brasileiros e em parcelas menores – de R$ 150 a R$ 375 – a serem pagas entre abril e julho . A nova rodada de pagamentos também excluiu aqueles que não foram autorizados a receber o auxílio no ano passado, pois a Secretaria de Cidadania reutilizou o mesmo banco de dados e não abriu um novo cadastro.

A volta do auxílio emergencial só foi possível com a aprovação da PEC emergencial, que permite ao governo conceder auxílio emergencial em 2021 com dotações extraordinárias, ou seja, fora do teto de gastos orçamentários. Durante a passagem ao Congresso, foi acrescentado o limite de 44 bilhões de reais a serem utilizados nas 4 parcelas, valor definido como teto do programa.

No entanto, ao confirmar a possibilidade de uma nova prorrogação, o ministro Paulo Guedes não especificou de onde virão os recursos para financiar a prorrogação do serviço. “pode acontecer [prorrogação do auxílio]. Já existem recursos separados para isso. O que sabemos é que, quando acabar, terá que desembarcar no mais duro e permanente Bolsa Família. Deve ser bem financiadodisse Guedes.

O novo valor do Bolsa Família deve ser de R$ 250

A reformulação do Bolsa Família já foi anunciada há alguns meses e em janeiro, quando ainda era ministro do ministério, Onyx Lorenzoni disse que o projeto já estava pronto e aguardando a aprovação do presidente. praticamente. Com a volta do auxílio emergencial, que incluía a maioria dos beneficiários do programa, o novo Bolsa Família ficou em segundo plano.

Além de aumentar o tíquete médio do benefício, que atualmente é de R$ 190 por mês, o novo Bolsa Família deve ser estendido para abranger parte dos beneficiários que deixaram de receber o auxílio emergencial. A estimativa do governo no início do ano era de que 300 mil famílias seriam incluídas no programa após a mudança.

Segundo Guedes, o auxílio emergencial deve ser substituído por um programa de transferência de renda fortalecido, como o Bolsa Família. “Esse auxílio emergencial, quando descontinuado, deve ser substituído por um Renda Brasil reforçado, ou um Bolsa Família reforçado, mas durável, que vale mais do que os R$ 170 que tinha no passado.disse o ministro.

no novo valor do Bolsa FamíliaO presidente Jair Bolsonaro disse na última semana de abril que o governo pretendia aumentar o valor médio $ 250 reais a partir de agosto ou setembro. “Só no ano passado, estamos no Bolsa Família há mais de 10 anos. Assim, o PT, que tanto fala do Bolsa Família, hoje a média é de R$ 192. Mídia para o Bolsa Família. Planejamos sair por R$ 250 agora em agosto, setembro“Disse Bolsonaro. O último aumento do valor do Bolsa Família aconteceu em julho de 2018, no governo do ex-presidente Michel Temer.